quinta-feira, 29 de julho de 2010

Reflexão

   Alguns acreditam em algo, outros em nada. Muitos acreditam em verdades, outros em mentiras. Uns querem ficar eternizados fazendo maravilhosas coisas que surpreende uma maioria. Outros desfrutam a vida num lema entre “sexo drogas e rock ‘n’ roll” viva nossos idolos do rock, e acabam ficando eternizados. Pois então meu amigo ainda vai insistir nessa instância sem fins lucrativos.
   Querer ser, e ser são dois lados bastante ambíguos. Pode ser que o teu querer seja uma fé forte e com isso tu consigas estabelecer no seu dia uma luta, para até então chegar a tal ser que deveras imagina em ti. Complicado é quando tu tentas, tenta mais uma vez, tenta mais outra. Eu sei isso começa a ficar chato, agora compreende a dificuldade. Sentiu que não é da sua parte persistir. Agora abaixe sua cabeça e apenas sinta em seus olhos chãos, apenas chãos. No momento senti-se no direito de revidar? Sinto que não sentes coragem. E agora o que fazer?

Autor : Ademir da silva ribeiro

quarta-feira, 28 de julho de 2010

QUANDO EU TE CONTAVA>>>>>>>>>>>>>>>

      Já não sei o que dizer, e Sinto que todas as palavras se perdem quando digo. E mesmo antes de te dizer, tudo vai passando . Assim sinto um homem dentro de mim em constante mutação.
    Sobre um chão de sertão, me encontro contando passos olhando o chão, cansado! Não consigo ver céu nem espaço aos meus olhos apenas chão. Mas quando aprendemos a olhar nos olhos, aprende também a perceber como a busca e as vontades dentre a sociedade de consumo fabricam atores.


AUTOR : Ademir da silva ribeiro

domingo, 25 de julho de 2010

Aqui se encontra musica parar download, link para nosso video no youtube, e mais ideias

Sou Ademirock cantor de rock alternativo brasileiro. Em determinados show fazemos covers de bandas nacioanais e internacionais. mas estou com um  trabalho lindo na banda sertão bruto na qual estou atuando com meus amigos, com um único intuito, que a música mais bela chegue a seus ouvidos. Aqui vai alguns arquivos obrigadoooo !!!

Nesse link você pode baixar nossa interpretação das banda creed !!!



aqui esta o video com fotos!!!!! da banda


aqui um lindo cover da banda detonautas, mercador das almas!!!



sexta-feira, 23 de julho de 2010

A crítica

   Toma-se de palavras para explicar ou talvez mudar tudo aquilo que sente que deveras deveria ser da maneira como esta no papel. Infelizmente não é assim que o mundo roda! Todos os que detêm o poder desde os sentidos primitivos  fincaram suas idéias de tal maneira que você hoje não se sente no direito de perceber. Será que em te não sente que o programado é você. Pra reclamar, expor apenas idéias, enquanto a vida quem vive melhor são eles.
    Sinto mais uma vez a vida escorrendo dentre meus dedos. Meu suor em contas no exterior assim intrego tudo nas mãos dos ladrões de gravata;  que detém  tudo que é nosso, e apenas tenho os dedos e um emaranhado de pensamentos que aos poucos vão sendo derramados sobre esses escritos.
     Uma critica constante é uma aptidão de palavras e de gestos enviados a alguém que comanda coisas que seus comandos desconhecem, apenas criticando nos encontramos. Se realmente recorremos às ruas com nossas faixas nossos escritos em cartazes pouquíssimos iram seguir essa sua ação, sente que o comodismo é o vitorioso. Os valores podem comprar sua alma e pode te rouba até um pouco do senso de guerreiro que La no fundo ainda existia dentro de ti, volto a falar desse capitalismo que te injeta na sua corrente sangüínea uns milhares de notas de dólares pelos seus olhos. Aludem-te pela TV, te prendem com programas para te entreter, e acaba sem perceber que o programado é você. Fica a sua escolha apenas escolher.




AUTOR : Ademir da silva ribeiro

domingo, 18 de julho de 2010

Quem sabe agora entenda o que queria dizer

  O que diria para meu ego se ao menos não estivesse aqui, exercendo essa vida! Quais desejos meus seriam alimentados, se ao menos eles não existissem. Acional mais que acional num movimento maquinal e constante, abrem-se meus olhos todas as manhãs; faça sol, chuva, vento, tempestade. Eles abrem-se e me percebo vivo novamente, e inicio um pensamento um tanto quanto evolutivo. Quantas vezes eles ainda iram abrir depois do meu deleito ao sono, em conseqüência de um dia em trabalho?

   Recordo-me quando criança que iniciava algumas perguntas que os meus pais respondiam como sem pensar mais respondiam; porque os pais dos meus pais respondiam ao mesmo tom , e apenas respondem sem se questionar a fundo. Porque existem estrelas? Porque existe o sol? Porque cai do céu a chuva. Porque pai? Porque mãe? Quem é deus? Em diferentes culturas desse globo no qual somos girados, predominam-se diferentes respostas para as mesmas perguntas, em quais hoje posso acreditar?
  Essa doença capitalista que te injeta a todo instante um liquido capital com umas notas de bilhões de dólares na sua veia sanguínea, e te causa uma desejo em sempre querer mais. E quando não se pode ter?! Busca em quem tem num movimento arriscado e complicado. E assim alguns vivem. Abrindo e fechando os olhos, com o desejo de ter dinheiro ser famoso e ter milhões de dólares na conta bancária. Onde ficou sua vida hipócrita! Doente! Contaminado por uma doença incurável! Onde esta o seu amor pelas pessoas! O seu carinho a quem sente falta de carinho, cadê sua mensagem sua verdade! O que imprimiu na história que pode me fazer ir além.
  No momento sinto que minha vida e meu ser interior e muito maior do que os sonhos que começaram a plantar em mim . E sinto muito se as sementes desse plantio já cresceram em ti, e já explodem como frutos. Sinto que no momento senti-se transtornado porque não conseguiu realizar todos os seus desejos capitais porque eram e são maiores do que nós mesmo.








Sem começo e sem fim: Autor : Ademir da silva ribeiro

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Meus últimos tempos no sertão por definitivo

     O velho homem que residia na mesma casa que outro homem igualzinho a ele; assim estava sempre presente. Homens cidadãos, devedores; pagadores de impostos. Seres comuns. Igualzinho, sem nenhuma diferença espiritual, assim aconteceu. E assim acontece!

    Dissemina-se sobre o teu peito doloroso, a felicidade que tens o direito de ter, como mentir pra se mesmo, e dizer: “ sou feliz!”. Viram-me dobrando a esquina numa visão maquinal que todos nós temos. Acreditaram em mim num pensamento casual que a poucos e a muitos pertence. Se obstem de fé, e acreditam! Muito difício!       Honraram nosso país num coro lindo e afinado, cantaram assim o hino do Brasil, todos junto e reunidos. Celebrando e morrendo ao mesmo tempo; por terras lutas e glórias, è assim, vivem sem sentido. As vozes que por vezes machucaram-me. Quando aqueles olhos eram de uma concreta alegria e divertimento com a minha presença, já não me causam o mesmo efeito. Agora meu sorriso e tristonho, e sinto tristeza quando meus olhos guiam e analisam egos ao meu redor. É triste!
    Se ao menos eles soubessem por que deveras agem assim, resguardados dentro de um túmulo aonde coisas não vem e não voltam assim são eles. Só é  necessário que se abstenha ao menos de um livro velho, rasgado, sujo, paginas torcidas.  leve-o  pela tua mão andando na rua com cabelo ao vento, que eles vão rir de mim novamente.
     Se eles ao menos merecessem a minha atenção estariam hoje sendo olhados e formulados por olhos com singelas obscuridades e com um coração calmo e veloz dentre sonhos e desejos não alimentados. Porque eu quero sexo drogas e rock ‘n’ roll; e aqui não encontro. Sempre um sexo ruim um sexo sem sexo. Gosto de um sexo carnal canibal bem fudido. Aqui só sou um fudido! só me fodem. EI!!!!! EU TAMBÈM QUERO FUDER!
    Assim vou me despedindo da minha terrinha dos meus bodinhos das minhas cabritinhas, antecipadamente. Não me sinto no direito de deixar o fraco vencer o forte! Imagina se eles soubessem dos meus sonhos dos meus desejos! O sorriso seria gigantesco que morreria em pensar. E se  soubessem de tudo quando refletia sozinho debaixo de um pé de umbuzeiro. se soubessem o que representa a fé para meu ego! rssrsr eles não entenderiam! E o que representa pra mim a força! Seus pensamentos não me acompanhariam na estrada.
   Andei até cansar hoje dentre uma estrada sozinha. Àrvores dançando ao som de uma bela música que o vento cantava pra mim, só pra mim. Tentei algumas notas pra sentir se emitia ao menos alguns tons. Atitude fracassada! Mas não por esse motivo de não conseguir, que vou me deixar levar que nunca conseguirei.
   Alguns carros passavam perto de mim, quase bem próximos. Olhos me olhavam indiferente relevando a mente imagens que chegavam a gigantescos e grandes pensamentos. O que eles pensavam? O único homem numa pequena cidade que tentou me deter teve em respostas grandes e pequenos resultados. Assim somos nós! Sua mente mantém em você a dimensão que te imaginas. Aquele homem, pequeno poeta de coisas pequenas do que ele. Porque pensou assim?
    Não me vou ultilizar de palavras pra tentar despertar em alguém o direito de se dizer: "o poeta". Apenas sou um pequeno homem que sente dor-de-cotovelo. Assim mais ou menos já dizia meu querido Carlos Drummond de Andrade.


Sem começo e sem fim Autor  Ademir da silva ribeiro

Nosso jeito não tem jeito que dê jeito

   Se omitir sobre tudo aquilo que verdadeiramente é, para o bem comum, é ser feliz? Nosso jeito não tem jeito! O que as vezes passa a ser destaque sempre será algo que ainda não passou a existir, então porque maneira querer ser igual a todo mundo. Milhões de idéias vem a fazer sexo com outras milhões, de tal maneira vem a surgir grandes filhos dessas ideias. Tudo se torna monótono quando se esta a mercê da continuidade.
    Se não podemos inserir uma nova pintura em nossas vidas, poderemos aplicar pequenos tons que podem modificar alguns brilho, e assim viver sempre o que vem. Ser ou deixar de lado tudo aquilo que é, não seria a maneira concreta em evoluir. Sua verdade esta nos seus olhos, no espaço de todo conhecimento, que achas reconhecíveis para com seu ego. esta bem!
    Ter coragem em olhar defronte ao espelho é reconhecer que fala consigo mesmo, pode ser um caminho ao seu autoconhecimento. No momento em que reflete consigo, há um mistério no ar que começa a dilatar algumas ideias que antes estavam pressas, e assim a evolução vem a debruçar-lhe sobre sua mente, e se no momento começa a sentir toda a mutação! Não tenhas medo, isso é só principio do seu nosso início.


Autor : Ademir da silva ribeiro ! viva são roque!

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Se masturbando com os livros para gozar na vida

   A bestialidade que me rodeia insiste em me consumir, se conseguir determinada façanha tenho que reconhecer que será vencedora. Acredito que vou dar um pouquinho de trabalho. Meus ouvidos estão se fechando minha mente esta em constante mutação e já não sou mais o mesmo do mesmo de sempre.
    A falta de embasamento sobre um determinado assunto, mantêm a sociedade a mercê de uma analogia idiota. Já não se pode questionar tudo aquilo que esta estabelecido a tempos; não se pode questionar tudo aquilo que determinaram que devera sempre ser da maneira como esta; pobres homens de espíritos!
     Todas as grandes mudanças que já pude presenciar graças a história humana foram ações constatadoras de que a revolução mental e espiritual de cada ser muda as questões que te cerca. Sedentário de suas próprias opiniões não consegue mutação alguma em seus relacionamentos, “não te permite ao novo, termina por ficar velho”, o mundo roda, e os heróis que me freqüentavam no período da minha adolescência, já não mais existem! Minha capacidade se prende em sempre fazer sexo e gozar com coisas novas.


Autor : Ademir da silva ribeiro

canto e jogo todos os meus demônios ao vento

Meu único limite é a morte

    Não consigo ver nada ao meu redor que possa me parar; me deter, me oprimir. sonhos só existem para aqueles que acreditam, eu não acredito! Tenho pensamentos e desejos que consequentemente vão sendo alimentandos todos os dias. Acima de mim só existe um cosmo infinito com várias galáxias que brilham me convidando para brilhar também! Não consigo imaginar como muitos se perdem  se prendem em opiniões e visões fúteis, dos mesmos iguais a eles.
     Ao menos não sei porque estou aqui, de onde vim! Aonde vou parar ? aonde você vai parar? Sabe ao menos? Vivemos cercados de pessoas, de ideias questionamentos opiniões, alguns detém alguns saberes superiores a alguns, porque tiveram algumas oportunidades que outros não poderam ter, e podem desfrutar da nossa sociedade de consumo com mais vigor, cena que é diferentemente com pessoas sem as mesmas oportunidades.
     Lutamos a vida inteira, estudamos a vida inteira pra da nome ao meu país, pra ser a melhor econômia do mundo, a custa de quem? pra ser a melhor educação do mundo, no brasil não se pode viver tranquilo isso é fato! E de quem é a culpa? E quem te dar as desculpas ? não seriam os mesmo que poderiam mostrar a solução. Não percebes que tudo é desculpa?

Meu único limite é a morte!!!

    Vamos corra, cante, grite, chore, ame, odeie, brinque, a felicidade não esta no dinheiro! é claro que com dinheiro podemos desfrutar desse “mundinho” com mais intensidade, mas do que adianta, numa sociedade capitalista onde se tiram de muitos para enriquecer um só. Não quero me ultizar de palavras um pouco dificeis para sua compreensão. Porque eu clamo na sua lingua, eu grito por nossa língua, quer saber viva melhor. Lute !!!! se sabe ao menos porque esta aqui, busque o que é de direito teu.


Meu Ùnico limite é a morte!!!! Vou cantar vou critar e vou até vocÊ !!!!


Autor : Ademir da silva ribeiro

Luz e amor, música sempre

terça-feira, 13 de julho de 2010

Minha noite se finalizou com uma manhã linda

   No momento em que me dediquei a dormir em resposta a um cansaço contínuo; nunca se sabe se o amanhã cairia sobre mim. Mas aqui estou nessa manhã linda! várias idéias sobrecaem, sem ao menos ter ocorrido o desejo se deveras deveriam ser pensadas.

     Tudo o que meu coração diz:  “ Mir você não tem tempo pra coizinhas, sua corrida é longa e os dragões são ferozes, mas doaram-me a dom, a inteligência, e a voz, pra cantar pra vocês, então eu aqui vou...................







Autor : Ademir da silva ribeiro

sexta-feira, 9 de julho de 2010

pensamento solto

    É fim do dia a noite já começa a cair sobre mim, sobre todos nós, é claro! E já começo analisando o que tenho feito. lembro-me que amanhece sobrecarregado, e estou feliz por mais um dia com atividades construtivas. O dia passou metido dentre livros, dentre varios e vários estudos de inglês, muito som! Há isso tem de sobra, foi música o dia inteiro! Quer dizer, a música esta em mim o dia inteiro.


      Não vou ficar por aqui falando o que me vem a cabeça, necessito dormir. Amanhã se tudo acontecer será outro dia, e se eu estiver aqui novamente, vou fazer tudo que me cabe.

“ Meu sonho é bem acordado, e bem vivo!”


Autor : Ademir da silva ribeiro

Quando a inoscência era forte em mim

  Aquela voz alta carregada de arrogância, desespero, ignorância, ensurdeceu meus ouvidos! Mas eu não ouvir.
   Será quantas vezes aquele sorriso falso me fez sorrir também? Quantos instantes se foram na imensidão dos acontecimentos, nos quais me passaram despercebidos novamente?  Lembro-me de ter meus olhos e meus ouvidos atentos a tudo. E sorria sozinho, varias e varias vezes,  quando eu percebia que eles percebiam que eu não entendia nada.
  A música a cada instante me chama, me pede para buscar novas coisas, pobre de mim se não a seguisse. Tudo que tenho feito ja ta velho, e o meu começo é a cada instante. As vezes não entendem como penso, como digo, e que som eu quero encontrar. Quero que me ouçam! Tenho muito a te dizer! Paciência comigo.


Autor: Ademir da silva ribeiro

quarta-feira, 7 de julho de 2010

os caminhos

    Todos ou quaisquer que seja tipo de pensamento vai sendo substituídos mudados de acordo com o que vai acontecendo no seu cotidiano, nada de mais! Existem milhões de idéias, pessoas que pensam igual a você nas quais há questões que convém ambas as partes e que facilitam sua vida na sociedade, e em decorrência existem outras milhões no seu cotidiano que não lhe convém ate mesmo as palavras, então fica complicado a convivência, é assim que me sinto no meu mundo. Apenas expresso o que sinto, e não quero sobre carregar minhas idéias com negatividades expressando relances e questões por intermédio de outras negativas, não pretendo fazer com que os outros mudem suas idéias para que possa ser possível nosso contato pessoal, todos temos idéias positivas e idéias negativas, fica por sua parte peneirar e adquirir o que te faz bem.


   Talvez caro leitor no momento esteja um pouco o quanto achando interessantes tais conceitos, mais isso só será possível se o pensamento for verdadeiramente acompanhado com o que esta sendo exposto caso contrário esta achando tais idéias um pouco fúteis, não é problema meu e nem seu, apenas nossos egos não se convém em convivência.

     Mudando de assunto, a coragem, a força, a fé,  luta, são encontradas dentro de nós mesmo, alguns tentam encontrar afago numa palavra amiga.  Não que não possa existir carinho nas palavras amigas, mas é que por vezes tentamos buscar fé e força nos outros, pois então os outros por conseguinte já tiveram a visão e já adquiriram tais forças, e até mesmo pode dividir um pouco com você, mais veja bem apenas eles te doariam um pouco, isso serve para que com isso use um fragmento ou um anzol para que possa buscar tudo aquilo de forte que existe dentro de te. O que foi articulado por mim, e me veio esse pequeno rio de pensamento, foi muitas idéias que pude absorver e com isso outras milhões juntadas, e o que consigo pensar no momento é apenas a certeza de que “ todos nós somos iguais, infinito como o universo ou o cosmo em pensamento, e todo pensamento é uma teoria, e a teoria te eleva a prática, e tudo que precisamos será sempre de novas idéias, para que possa juntar as velhas e por conseguinte vir novos filhos de pensamos “



    A formação do seu ego não depende de ninguém, apenas seus conceitos e sua coragem e fé, te levam aonde quer chegar, não há duvidas! Mas os desacreditados estão ai para te jogar idéias negativas, mais veja bem eles não conseguem enxergar outras coisas. Por conseguinte não ver se pode ver outros caminhos , veja como o pensamento e as idéias te levam a seus conceitos, não há nada sobre esse planeta terra que não seja possível adquirir para si, mais como se sabe pra tudo se tem um preço, e se não se sentir capaz de pagar melhor desistir, porque as lutas e buscas são apenas para os guerreiros, se não for capaz dessa façanha melhor ficar em casa esperando apenas esperando, esperando que as coisas possam cair do céu .

      Autor  Ademir da silva ribeiro

Flor moça e telefone

      Não, não é um conto. Sou apenas um sujeito que escuta algumas vezes, que outra não escuta, e vai passando. Naquele dia escutei, certamente porque era um amiga que falava, e é doce ouvir os amigos, ainda quando não falem, porque amigo tem o dom de amigo se fazer compreender ate sem sinais. Até sem olhos.

      Falava-se de cemitério? De telefone? Não me lembro. De qualquer modo a amiga, --- Bom,  agora me recordo que a conversa era sobre flores --- ficou subitamente grave, sua voz murchou um pouquinho.

--- Sei de um caso de flor que é tão triste!
E sorrindo:
---- Mais você não vai acreditar juro.

     Quem sabe? Tudo depende da pessoa que conta, como do jeito de contar. Há dias em que não depende nem disso: estamos possuídos de universal credulidade. E daí, argumento Maximo, a amiga asseverou que a historia era verdadeira.

-----Era uma moça que morava na Rua General Polidoro--- começou ela. --- perto do cemitério São João Batista. Você sabe, quem mora por ali, queira ou não queira, tem que tomar conhecimento da morte. Toda hora esta passando enterro, e agente acaba por se interessar. Não e tão empolgante como navios ou casamentos, ou carruagem de rei, mais sempre merece ser olhado. A moça, naturalmente, gostava de ver passar enterro do que não ver nada. E se fosse ficar triste diante de tanto corpo desfilando, havia de estar bem arranjada.

   Se o enterro era mesmo muito importante, desses de bispos ou de general, a moça costumava ficar no portão do cemitério, para dar um espiada. Você já notou como coroa impressiona a gente? Demais. E há curiosidade de ler o que esta escrito nelas. Morto que da pena é aquele que chega desacompanhado de flores --- por disposição de família ou falta de recursos, tanto faz. As coroas não prestigiam apenas defunto, mais até o embalam. Ás vezes ate chegam a entrar no cemitério e a acompanhar a préstito até o lugar do sepultamento. Deve ter sido assim que adquiriu o costume de passear lá por dentro. Meu deus, com tanto lugar para passear no rio! E no caso da moça, quando estivesse mais amolada, bastava tomar um bonde em direção a praia, descer no Mourisco, debruçar-se na amurada. Tinha o mar á sua disposição, a cinco minutos de casa. O mar, as viagens, as ilhas de coral, tudo grátis. Mais por preguiça, pelas curiosidades dos enterros, sei lá por que, deu pra andar em São João Batista, contemplando túmulos. Coitada!

--- No interior isso não é raro...
---Mais a moça era de Botafogo.
---Ela trabalhava?

---Em casa. Não me interrompa. Você não vai me pedir a certidão de nascimento da moça, nem sua descrição física. Para o caso que eu estou contando, isso não interessa. O certo e que de tarde começava a passear --- ou melhor, “ deslizar” pelas ruínas brancas do cemitério, mergulhada em cisma. Olhava uma descrição, ou não olhava, descobria uma figura de anjinho, uma coluna partida, uma águia, comparava as covas ricas ás covas pobres, fazia cálculos de idade de defuntos,considerava retratos em medalhões ---- sim, há de ser isso que ela fazia por lá, pois que mais poderia fazer? Talvez subisse ao morro, onde esta a parte nova do cemitério, com as covas mas modestas. E deve ter sido lá que, numa tarde, ela apanhou uma flor.

----- Que flor?
----- Uma flor qualquer. Margarida, por exemplo. Ou cravo. Pra mim foi margarida, mais é puro palpite, nuca apurei. Apanhou com um gesto vago e maquinal que a gente tem diante de um pé de flor. Apanha, leva ao nariz ---- não tem cheiro, como inconscientemente já se esperava ----, depois amassa a flor, joga para um canto. Não se pensa mais nisso.
   Se a moça jogou a margarida no chão do cemitério ou no chão da rua, quando voltou para casa, também ignoro. Ela mesma se esforçou mais tarde para esclarecer esse ponto, mais foi incapaz. O certo é que já tinha voltado, estava em casa bem quietinha havia poucos minutos, quando o telefone tocou, ela atendeu.

   ---Aloooô...
   ---Quedê a flor que você tirou de minha sepultura?
A voz era longínqua, pausada, surda. Mais a moça riu. E, meio sem compreender:
   --- O que?
Desligou. Voltou para o quarto, para suas obrigações. Cinco minutos depois o telefone chamava de novo.
---Alô.
---Quedê a flor que você tirou de minha sepultura?
 Cinco minutos dão para a pessoa mais sem imaginação sustenta um trote. A moça riu de novo, mais preparada .

-- - Esta aqui comigo, vem buscar.

No mesmo tom lento, severo, triste, a voz respondeu:

--- Quero a flor que você me furtou. Me dá minha florzinha.

Era homem, era mulher? Tão distante, a voz fazia-se entender, mais não se identificava. A moça topou a conversa:

--- Vem buscar estou te dizendo.

--- Você bem sabe que eu não posso buscar coisas nenhuma, minha filha. Quero minha flor, você tem a obrigação de devolver.

---- Mais quem esta falando aí?

----Me dá minha flor, eu estou te suplicando.

---- Diga o nome, senão ou não dou.

---- Me dá minha flor, você não precisa dela e eu preciso.

Quero minha flor, que nasceu na minha sepultura.

O trote era estúpido, não variava, e a moça, enjoada logo, desligou. Naquele dia não houve mais nada.

Mais no outro dia houve. Á mesma hora o telefone tocou. A moça inocente, foi atender.

---Alô!

---Quedê a flor...

    Não ouviu mais. Jogou o fone no gancho, irritada mais que brincadeira é essa! Irritada voltou a costura. Não demorou muito, a campainha tinia outra vez. E antes que a voz lamentosa recomeçasse:

---Olhe, vire a chapa. Já esta pau.

---Voce tem que dar conta da minha flor --- retrucou a voz de queixa. --- Pra que foi mexer logo na minha cova? Você tem tudo no mundo, eu, pobre de mim, acabei. Me faz muita falta aquela flor.

--- Esta é fraquinha. Não sabe de outra?

    E desligou. Mas, voltando ao quarto, já não ia só. Levava consigo a idéia daquela flor, ou antes, a idéia daquela pessoa idiota que a vira arrancar uma flor no cemitério, e agora aborrecia pelo telefone. Quem poderia ser? Não lembrava de ter visto nenhum conhecido, era distraída por natureza. Pela voz não parecia fácil acertar. Certamente se tratava de voz disfarçada, mais tão bem que não se podia saber o certo se de homem ou de mulher. Esquisito, é uma voz fria. E vinha de longe, como de interurbano. Parecia vir de mais longe ainda... Você esta vendo que a moça começou a ter medo.

--- E eu também..

---Não seja bobo. O fato é que aquela noite ela custou a dormir. E daí por diante é que não dormiu mesmo nada. A perseguição telefônica não parava. Sempre á mesma hora, no mesmo tom. A voz não ameaçava, não crescia de volume: implorava. Parecia que o diabo da flor constituía para ela a coisa mais preciosa do mundo, e que o sossego éter --- admitindo que se tratasse de pessoa morta --- ficara dependendo de instituição de além mais, não queria se amofinar. No quinto ou sexto dia, ouviu firme a sentinela da voz e depois passou-lhe uma bruta descompostura. Fosse amolar o boi. Deixasse de ser imbecil (palavra boa, porque convinha a ambos os sexos). E se a voz não se calasse, ela tomaria providências.

    A providência consistiu em avisar o irmão e depois o pai. (A intervenção da mãe não abalava a voz.) Pelo telefone, pai e irmão disseram as últimas á voz suplicante. Estavam convencidos de que se tratava de alguns engraçados absolutamente sem graça, mas o curioso é que, quando se referiam a ele, diziam “ a voz”.

--- A voz chamou hoje? --- indagava o pai, chegando da cidade.

---Ora. É infalível --- suspirava a mãe, desalentada.

    Descomposturas não adiantavam, pois, ao caso. Era preciso usar o cérebro. Indagar, apurar na vizinhança, vigiar os telefones públicos. Pai e filho dividiam entre se as tarefas. Passaram a freqüentar as casas de comercio, os cafés mais próximos, as lojas de flores, os marmoristas. Se alguém entrava e pedia licença para usar o telefone, o ouvido espião se afinava. Mas qual. Ninguém reclamava flor de jazigo. E restava a rede dos telefones particulares. Um em cada apartamento, dez, doze no mesmo edifício. Como descobrir?

    O rapaz começou a tocar para todos os telefones da rua General Polidoro, depois para todos os telefones das ruas transversais, depois para todos os telefones da linha dois-meia... Discava, ouvia o alô, conferia a voz --- não era ---, desligava. Trabalho inútil, pois a pessoa da voz devia esta ali por perto --- o tempo de sair do cemitério de tocar pra moça --- e bem escondida esta ela, que so se fazia ouvir quando queria, isto é, a certa hora da tarde. Essa questão de hora também inspirou á família algumas diligências. Mais infrutíferas.

     Claro que a moça parou de atender telefone. Não falava mas nem para as amigas. Então a “voz”, que não deixa de pedir, se outra pessoa estava no aparelho, não dizia mais “ você me da minha flor”, mais “quero minha flor”, “ quem furtou minha flor tem que restituir” etc. Diálogo com essas pessoas a “voz” não mantinha. Sua conversa era com a moça. E a “voz” não dava explicações.

   Isso durante quinze dias, um mês, acaba por desesperar um santo. A família não queria escândalos, mais teve que queixar-se á policia. Ou a policia esta ocupada em prender comunistas, ou investigações telefônicas não era sua especialidade --- o fato é que não se apurou nada. O pai correu á companhia telefônica. Foi recebido por um cavalheiro amabilíssimo, que coçou o queixo, aludiu a fatores de ordem técnica...

--- Mas é a tranqüilidade de um lar que eu venho pedir ao senhor! É o sossego de minha filha, de minha casa. Seria obrigado a me privar de telefone?

--- Não faça isso, meu caro senhor. Seria uma loucura. Aí é que o senhor não  apura nada mesmo. Hoje em dia é impossível viver sem telefone, radio e refrigerador. Dou-lhe um conselho de amigo. Volte para sua casa, tranqüilize a família e aguarde os acontecimentos. Vamos fazer o possível.

    Bem, você esta percebendo que não adiantou. A voz sempre mendigando a flor. A moça perdendo o apetite e a coragem. Andava pálida, sem ânimo para sair á rua ou para trabalhar. Quem disse que ela queria mais ver enterro passando? Sentia-se miserável, escravizada a uma voz, a uma flor, a um vago defunto que bem sequer conhecia. Porque --- já disse que era distraída --- nem mesmo se lembrava da cova de onde arrancara aquela maldita flor. Se ao menos soubesse...

    O irmão voltou de São João Batista dizendo que, do lado por onde a moça passeava aquela tarde, havia cinco sepulturas plantadas. A mãe não disse coisas alguma, desceu, entrou numa casa de flores da vizinhança, comprou cinco ramalhetes colossais, atravessou a rua como um jardim vivo e foi derramá-los motivamente sobre os cinco carneiros. Voltou para a casa e ficou á espera da hora insuportável. Seu coração lhe dizia que aquele gesto propiciatório havia de aplacar a mágoa do enterrado – se é que os mortos sofrem, e aos vivos é dado consolá-los, depois os haver afligidos.

     Mas a “voz” não se deixou consolar ou subornar. Nenhuma outra flor lhe convinha senão aquela, miúda, amarrotada, esquecida, que ficara rolando ao pó e já não existia mais. As outras vinham de outra terra, não brotava de seu estrume --- isso não dizia a voz, era com se dissesse. E a mãe desistiu de novas oferendas, que já estavam no seu propósito. Flores, missas, que adiantava?

     O pai jogou a ultima cartada : espiritismo. Descobriu um médium fortíssimo, a quem expôs longamente o caso, e pediu-lhe que estabelecesse contato com a alma despojada de sua flor. Compareceu a inúmeras sessões, e grande era sua fé de emergência, mais os poderes sobrenaturais se recusaram a cooperar, ou eles mesmos são impotentes, quando alguém quer alguma coisa até sua ultima fibra, e a voz continuou, surda, infeliz, metódica. Se era mesmo de vivo ( como as vezes a família ainda conjeturava, embora se apegasse cada dia mais a uma explicação desanimadora, que era a falta de qualquer explicação lógica para aquilo). Seria de alguém que houvesse perdido toda a noção de misericórdia; e se era de morto, como julgar, como vencer os mortos? De qualquer modo, havia no apelo uma tristeza úmida, uma infelicidade tamanha que fazia esquecer o seu sentido cruel, e refletir: até a maldade pode ser triste. Que era possível compreender mais do que isso. Alguém pede continuamente uma certa flor, e essa flor não existe mais para lhe ser dada. Você não acha inteiramente sem esperança?

---- Mas, e a moça?

---- Carlos, eu preveni que meu caso de flor era muito triste. A moça morreu no fim de alguns meses, exausta. Mas sossegue, pra tudo há esperança: a voz nunca mais pediu.



Contos de aprendiz ( Carlos Drummond de Andrade )

Aqui fica o meu carinho, as grandes literaturas,

terça-feira, 6 de julho de 2010

Mundinho no meio do mundo

    Permeia-se assim; cãezinhos vagando nas esquinas, mulheres vagando com mulheres  disseminando casos absurdos, assim elas acham! Homens vão e vem, talvez o destino seja comprar os pães na padaria tomar o café da tarde, fumar seu cigarrinho e ir conversar com um amigo.
    Em pequenas e pacatas cidades é assim! Depois de um longo caminho percorrido por mim, dentre essas visões que pude disseminar aqui nesses instantes, cheguei a alguns resultados. “Tudo que nós somos é resposta do que vem até nós”. Até mesmo um cachorro que começou a me seguir me despertava tamanha curiosidade, “ talvez ele tivesse um dono, será que eu tenho um dono também?” Quem seria? A TV e todos os últimos meios de comunicação do século XXI, esta a cada dia diminuindo a distância dentre as pessoas. E tudo que vem, não é um tanto quanto proveitoso, talvez seja porque não queiram alimentar os seres para a uma determinada evolução. Pequenas conversar dentre homens fumando um cigarrinho numa rua principal aderem suas opiniões sobre grandes e assustadas reportagem expostas e aderidas nas suas mentes pela TV; e comentários se tecem.


--- Meu compadre a violência ta de mais!


--- Você viu compadre?


--- O que homem?


--- Lula vai aumentar nosso salário, oh presidente bom!


     O mais incrível e que algumas vezes, eles começam assimilar algumas questões a alguns acontecimentos no mundo ao seu redor. E começam a falar sobre o prefeito da sua cidadezinha, e todos os amigos que andam com o prefeito, e todas as obras dos últimos quatro anos, e as próximas eleições. Enquanto alguns não conformados com o que se tem feito o líder do povo, trocam idéias absurdas de que, teria sido muito melhor se fulano tivesse na prefeitura, e seria muito melhor se um outro alguém tivesse na prefeitura, vai La entender esses homenzinhos.


--- Cumpadre é um roubo desgraçado, o hospital num tem um médico que preste, num tem um ambulância que preste, minha fia adoeceu e teve que mandar ela pra outra cidade, e num tenho dinheiro pra comprar os remédios pra menina.


--- È nada compadre toda cidade tem disso! Nosso prefeito num é cem não homem! Ele é um homem bom, calçou minha rua!


--- Há compadre você diz isso é porque seu irmão vive dento da prefeitura comendo! E tudo que quer é cheretando! E ainda mais ele ganha um salário alem do normal. Enquanto eu dou um dia de servente, ajudando o Zé na construção da casa da Maria, e só é uma vez na semana. Tenho 3 filhas pra criar e uma mulher que anda lambecada vea! E a outra que ta naquela cidade longe duentinha, e o prefeito num me da um remédio. Deixe ele vim nas próximas eleições comprar meu foto doando 10 sacos de cimento pra fazer minha cazinha, que vou da um tiro naquele safado.


---Carma homem, e como eu já disse! Nosso prefeito num é 100 não!


--- O homem enconformado quebra a rua principal e vai embora, não satisfeito com o diálogo, obviamente.


      O que verdadeiramente não se sabe é que; sempre existe um senhor dotado de um olhar mais superior, com idéias mais relevantes e que a maioria dos senhores apóia.


--- Meus compadres o senhores tem que ver que, isso existe em todo lugar, são tudo ladrão. Iludem vocês com conversas ribeiras em épocas de eleições, só pra entrarem na prefeitura e desviar as verbas.


--- Todos dizem como num CORO musical! “Disso o senhor tem razão”!


Percebemos que todos concordam com a façanha, e ao menos alguns questionam quais atitudes devem ser tomadas.


continuooo na proxima !!!  autor : Ademir da silva ribeiro 
abraços ate outra vezz